Depositos a Prazo

Março 22 2011

A concorrência para captar depósitos a prazo continua acesa, com alguns bancos a oferecerem taxas superiores a 4%.

A crise de liquidez que os bancos nacionais continuam a viver mantém acesa a guerra pela captação de depósitos a prazo.

Na prática, uma vez que o montante de poupanças que os portugueses possuem é relativamente estável e não é suficientemente grande para satisfazer as necessidades de financiamento dos bancos, a captação de mais depósitos por parte de um banco faz-se, necessariamente, à custa de depósitos que estejam noutros bancos.

Segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal esta semana, o montante total de depósitos de particulares cresceu apenas 2% em 2010, o que vem demonstrar que para os bancos conseguirem aumentar o volume dos seus depósitos têm de o fazer através de melhores ofertas que a concorrência.

Esta necessidade de captar depósitos é crítica para a saúde das instituições financeiras nacionais, pois os mercados interbancários internacionais continuam fechados para eles e apesar de alguma moderação na concessão de crédito, este continua a aumentar ligeiramente.

Esta situação deve ser aproveitada pelas pessoas com poupanças porque é uma situação única na história, com os bancos a pagarem pelos depósitos taxas muito superiores à Euribor e mesmo superiores ao que recebem da maior parte dos seus clientes no crédito habitação.

São vários os bancos que estão a pagar taxas de 4% ou mais aos clientes particulares, como o Activo Bank, o Best e o Finantia.

Qual o prazo ideal?

Neste momento, o prazo ideal deverá ser de 6 meses ou então optar por depósitos a vários anos.

Os melhores depósitos a prazo

De facto, os melhores são os depósitos a vários anos, com pagamento periódico de juros, em que os clientes podem sair sem qualquer penalização após o pagamento dos juros. Assim, os clientes ficam com a opção de sair, se encontrarem um depósito melhor. São exemplos o depósito 3,75% do Banco Finantia, o DP Rendimento CR do BES e os DP Crescentes do Banif.

E é sempre importante não esquecer que o máximo coberto pelo fundo de garantia de depósitos é de 100 mil euros por titular até 31 de Dezembro de 2011.

fonte:http://www.dn.pt/

 

publicado por adm às 22:31

Março 01 2011

A associação de defesa do consumidor desaconselha o investimento em Planos de Poupança-Reforma (PPR). Para quem já investiu nestes produtos, a Deco recomenda a não entrega de capitais este ano, dizendo que os fundos mistos e os certificados do Tesouro são uma aposta mais vantajosa.

 

A Deco desaconselha o investimento em Planos de Poupança-Reforma (PPR) em 2011, já que os subscritores “dificilmente conseguirão usufruir do benefício fiscal”.

A revista Proteste Poupança diz mesmo que quem já investiu nestes produtos não deve fazer quaisquer entregas este ano, recomendando os fundos mistos e os certificados do Tesouro como uma melhor opção de aforro.

“Com comissões elevadas e grandes restrições à mobilização antes da reforma, a principal vantagem dos PPR até este ano era a dedução fiscal de 300 a 400 euros no IRS, em função da idade dos subscritores”, explica a associação de defesa do consumidor.

“Mas com os cortes orçamentais impostos pelo Governo, também esta vantagem desapareceu para a esmagadora maioria dos investidores”, assinala.

“Na prática, só quem tem um rendimento mensal próximo do salário mínimo nacional e não contratou seguros de vida, não fez donativos, nem investiu em energias renováveis conseguirá beneficiar da dedução intacta”, acrescenta a Deco.

A revista escreve, no entanto, que “apesar do revés nos PPR, deve continuar a poupar para a reforma”. Em 2011, as sugestões passam por “aplicações com maior liquidez e menos custos”

“Caso tenha menos de 50 anos e possa investir por um mínimo de cinco anos, escolha uma carteira de fundos de acções e obrigações ou um fundo misto”, aponta.

“Se tem 50 anos ou mais ou não quer arriscar, os certificados do Tesouro são a melhor opção: garantem o capital e não têm custos. Ao subscrever em Março, ganha entre 5,3% líquidos ao ano (investimento por 5 anos) e 5,6% (10 anos)”, conclui a associação.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:39

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